

O avestruz é a maior ave existente e é originária do Leste e Sul da África, tendo grande facilidade de adaptação aos mais variados climas.
Produz carne vermelha de qualidade nutricional superior, com baixo teor de gordura e colesterol e, ao mesmo tempo, saborosa.
Esta ave de grande porte tem também um alto índice de produtividade, com cada fêmea podendo produzir em média 30-50 ovos/ano, dependendo da matriz.
De acordo com diversas análises de mercado, a criação de avestruzes mostrou-se mais rentável que a de bovinos, aliado ao fato de poder aproveitar-se outros produtos além da carne. Dentre eles, podemos citar o couro (confecção de roupas, calçados, bolsas, etc), plumas (adornos e indústria eletro-eletrônica, ovos (artesanato), cílios (manufatura de cílios postiços e pincéis), e até mesmo córneas (estudos em fase experimental para utilização em transplantes).
A estrutiocultura está, cada vez mais, ganhando espaço no agribusiness como alternativa à pecuária.
A atividade comercial de criação de avestruzes teve início no Brasil há quase uma década (1995) e estima-se que o nosso país já detenha o 5º maior rebanho do mundo , ocupando uma posição de destaque no cenário mundial (os quatro principais produtores mundiais são, em ordem decrescente, África do Sul, Estados Unidos, União Européia e China). A estrutiocultura tem potencial para ser uma atividade bastante lucrativa, já que há uma demanda cada vez mais exigente por qualidade (a carne tem alto valor nutricional, com baixos teor de colesterol e o couro é o 2º mais resistente).
O mercado brasileiro é o maior consumidor mundial de plumas, utilizadas no carnaval (também utilizadas na confecção de espanadores e indústria automobilística).
